| A Ciência da Nutrição |
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A ciência da nutrição evoluiu muito nos últimos 200 anos, utilizando-se do método científico. Graças à ciência chegamos ao conhecimento das proteínas, das gorduras, dos açúcares, dos minerais, das vitaminas e de suas propriedades físico-químicas. Em meados do século XIX descobre-se a Lei da Conservação da Energia, a balança e o termômetro passam a ser a ferramenta do nutrólogo, a caloria é escolhida como unidade de medida e é aplicada tanto para os seres brutos como para os seres vivos e o próprio homem.
Dieta é como time de futebol ou religião, cada um tem a sua, que é a melhor do mundo! Estabelece-se que o organismo de um ser humano adulto necessita de 3000 cal/dia. Sendo que 500g de açúcares, 118g de proteínas e 56g de gorduras. Muitos outros cálculos foram feitos. O homem passa a ser visto como uma máquina: o fígado como uma usina de açúcar, o coração como uma bomba, o cérebro como um centro eletrônico. Também através da analise físico-química do sangue humano, chegou-se a conclusão de que esses eram necessários no solo, surgindo desta maneira a adubação química do solo com fertilizantes sintéticos. Esse tipo de nutrição gerou conseqüências graves como:
Na agricultura as conseqüências também foram muitas:
Lembre-se: procure sempre que possível consumir produtos da agricultura orgânica, seu corpo e o planeta agradecem; melhor ainda é produzir seu próprio alimento; em pequenos espaços é possível produzir muito. Muitas outras conseqüências poderíamos pontuar nos campos da nutrição, da saúde, da agricultura, do social, e ambiental... . Originados de uma maneira reducionista de ver o homem como uma proveta de laboratório e o meio ambiente como uma caixa forte. Apesar dessa situação de lapidação do ambiente interno e externo, ainda ser o modelo dominante, existe hoje uma proliferação de movimentos de consciência que procuram formas de romper com esse pacto de doença e morte que nos foi imposto e mudar, mudar a nós mesmos e nossos modelos de produção. Cada vez mais a visão do homem máquina vai sendo substituída pela visão do homem sistêmico, integrado com a natureza e em comunhão com o Cosmos. Este Homo consiens necessita de alimentos integrados com a natureza, que desintoxique e não entupa o organismo de toxinas, que cure enquanto nutri, que vitalize em vez de enfraquecer e que também estabilize suas emoções, desperte sua sensibilidade e eleve sua consciência.
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A ciência da nutrição evoluiu muito nos últimos 200 anos, utilizando-se do método científico. Graças à ciência chegamos ao conhecimento das proteínas, das gorduras, dos açúcares, dos minerais, das vitaminas e de suas propriedades físico-químicas. Em meados do século XIX descobre-se a Lei da Conservação da Energia, a balança e o termômetro passam a ser a ferramenta do nutrólogo, a caloria é escolhida como unidade de medida e é aplicada tanto para os seres brutos como para os seres vivos e o próprio homem.
