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Vegetariano por proteção dos animais Imprimir E-mail

vegan04O abate de animais e a utilização de seus restos foi tão banalizado que desafiar estas práticas significa se opor a boa parte das atividades atuais e crenças humanas. É triste ver com que facilidade torturamos e matamos outros seres e, o pior de tudo, com o consentimento de todos.


Vacas:

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Este é um documentário feito pelo instituto Nina Rosa, que mostra o malefício da indústria animal sobre o planeta, o meio ambiente, mostrando cenas exatas da falta de compaixão humana pelos animais.
Veja o trailer aqui!

Ainda jovem, o gado é marcado com um ferro quente, castrado e cortam seus chifres. Tudo sem nenhuma anestesia. Os bezerros são alimentados com doses excessivas de comida e hormônios. Esse regime nao tem absolutamente nada de natural e o resultado são dores de estômago crônicas (imagine uma intensa gastrite que nunca passa). Alguns casos de gastrite acabam virando úlcera e às vezes até rompem o estômago dos animais. Esse regime também causa tumores fatais no figado de 32% do gado criado pra produzir carne. Ao invés de cuidar dessas doenças, os fazendeiros dão doses ainda mais altas de antibióticos pra que os animais continuem vivos até chegar o dia de vendê-los pro matadouro.
Bezerros que virarão «vitela» (como os açougueiros chamam carne de bezerro) passam os 14 meses de sua curta vida trancados numa cela minúscula. O exercício fisico endurece a carne então eles são forçados a viver num cubículo pra que não possam se movimentar. Eles são propositalmente mantidos anêmicos (através de uma alimentação especial sem ferro) pra que sua carne fique branca e macia. O bezerro fica tão fraco que pra permanecer vivo injeções diárias de antibióticos são necessárias.
Na produção industrial de carne o gado vive em imensos currais com centenas de milhares de outros indivíduos. Por causa da superlotação, eles vivem colados uns aos outros e mal podem se movimentar. Às vezes o espaço é tão apertado que eles não podem nem ao menos se deitar. Esses animais passam toda a sua existência em pé, em cima de uma mistura de lama e excrementos. As piscinas de fezes onde eles são criados são gigantescas e o fedor dessas fazendas de criação de gado pode ser sentido a quilômetros de distância. O ar nesses lugares é saturado de amônia, metano e outro gazes tóxicos contidos nas fezes. Os animais são obrigados a inalar esses gazes, o que causa doenças respiratórias crônicas. Até respirar é doloroso pra eles.
A dieta desses pobres animais é composta de alimentos concentrados, hormônios (pra que eles engordem mais rápido) e às vezes até restos das vacas que não aguentaram a triste vida que levavam e acabaram morrendo. Isso muda a fisiologia do gado, que é naturalmente herbívoro. O resultado são aberrações como a doença da vaca louca, por exemplo.
vegan05O gado criado pra produzir carne geralmente nasce em um lugar, é engordado em outro e finalmente levado pro abatedouro. Eles são transportados em péssimas condições com centenas de outros animais e muitos morrem durante a viagem. Os que chegam vivos estão num estado tão lamentável que em alguns lugares usam um aparelho que dá choques pra forçá-los a entrar no matadouro. Lá eles recebem um tiro de pistola na cabeça, são suspendidos pelas patas traseiras, cortam suas gargantas e tiram seu couro. Os funcionários dos matadouros afirmam que muitas vacas permanecem conscientes durante todo o processo.
Vacas leiteiras também têm um destino terrivelmente triste. Vacas produzem leite pela mesma razão que os humanos: pra alimentar seus bebês. Os fazendeiros engravidam as vacas todos os anos (utilizando inseminação artificial) pra que elas produzam leite constantemente. Somente um dia apόs o nascimento, o bezerro é separado da mãe pra que os humanos possam ficar com seu leite. Durante muitos dias as vacas ficam completamente desorientadas, procurando e chamando seus bebês desaparecidos. Os bezerros machos são levados pra lugares onde serão engordados pra virar bife (80% da carne bovina consumida no mundo é um sub-produto da indústria do leite), enquanto as fêmeas terão o mesmo destino de suas mães. Depois da separação, colocam mangueiras nas tetas das vacas pra sugar o leite várias vezes por dia. Utilizando manipulação genética, hormônios poderosos e máquinas que estimulam intensamente as tetas, os fazendeiros forçam as vacas a produzir 10 vezes mais leite do que elas produzem naturalmente. A utilização excessiva do hormônio de crescimento bovino causa inflamação mamária, conhecida como mastite. 30 a 50% das vacas criadas pra produzir leite sofrem de mastite, uma doença extremamente dolorosa. Uma vaca vive em média 20 anos mas matam as vacas leiteiras quando elas têm apenas 4 ou 5 anos. Quando atingem essa idade, 40% dessas vacas mal conseguem ficar de pé por causa das péssimas condições de vida, das gestações seguidas e da tortura de produzir leite sem parar. Quando os animais não aguentam mais, são mandadas pro matadouro, onde sua carne é transformada em sopa, conserva e alimentos pra gatos e cachorros porque seus corpos estão desgastados demais pra serem usados pra qualquer outra coisa.


Aves:

vegan07Frangos e perus criados para produzir carne passam a vida toda trancados em galpões sujos junto à dezenas de milhares de outros frangos. A superlotação e o enclausuramento produzem uma infinidade de doenças. Eles recebem doses gigantescas de hormônios e crescem tanto, e tão rápido, que suas patas e orgãos não agüentam. Infartos, orgãos que param de funcionar e patas deformadas são comuns. Muitos ficam paralíticos porque não agüentam o prόprio peso e acabam morrendo de fome pois não conseguem andar até os reservatórios de comida.
Frangos e perus vivem no meio dos seus excrementos e são forçados a respirar amônia e outras partículas tóxicas contidas nas fezes o dia inteiro. Muitos sofrem de doenças respiratórias crônicas, fraqueza do sistema imunolόgico, bronquites e queimaduras nos olhos por causa da amônia. Cortam, com um ferro quente e sem nenhuma anestesia, a ponta do bico dos pintinhos para que eles não se devorem, o que acabariam fazendo por causa da horrίvel frustação criada pelo enclausuramento. A ponta do bico das aves serve também pra selecionar a comida que ingerem, mas esses pobres animais são privados até do direito de escolher o que comem. Quando eles completam 6 ou 7 semanas são jogados em gaiolas, que ficam empilhadas em caminhões, e são conduzidos aos abatedouros. As aves são jogadas com tanta violência nessas gaiolas que a grande maioria acaba com asas e patas quebradas. Muitas morrem durante a viagem.
vegan06Nos abatedouros, penduram as aves pelas patas, cortam suas gargantas e as mergulham em água fervente pra remover as penas. Nesses lugares matam uma quantidade tão grande de animais e num ritmo tão acelerado que muitos mergulham vivos na água escaldante pois não tiveram tempo de cortar suas gargantas.
As galinhas criadas pra produzir ovos vivem em gaiolas, espremidas com tantas outras que elas são incapazes de abrir uma só asa. As gaiolas ficam suspensas umas sobre as outras e os excrementos das galinhas das gaiolas de cima caem em cima das que estão embaixo. As patas dessas galinhas ficam completamente deformadas por só pisarem em grades. Nas usinas de produção de ovos, os pintinhos machos são mortos pouco depois de sairem do ovo. A cada ano milhões e milhões de pintinhos machos são enterrados vivos, triturados ou morrem sufocados dentro de sacos. Depois de terem produzido ovos até a exaustão, as galinhas viram sopa de frango, ou comida pra gatos ou cachorros pois, assim como as vacas leiteiras, seus corpos acabam machucados e estragados demais pra ser usados pra qualquer outra coisa.
Na indústria da carne, os frangos são os animais que mais sofrem. Eles são drogados pra crescer mais rápido e essas drogas causam terríveis anomalias. Padecem de inúmeras doenças causadas pelo excesso de peso, pela amônia presente nos excrementos, pelo enclausuramento. São mal tratados do dia do nascimento ao dia de sua morte. A grande maioria dos frangos consumidos no mundo passa toda a sua existência sem ver a luz do sol, sem respirar ar puro, sem caminhar, sem nem ao menos poder abrir as asas, até o dia em que entram no caminhão que os levará pro abatedouro, onde uma morte cruel os espera.

 

Porcos:

vegan09Os porcos passam a vida inteira em galpões fechados, dentro de cubículos de concreto sujos, em situação de estresse constante e enclausuramento intenso, e não podem fazer nada que seja natural pra eles.
As porcas parideiras ficam presas em jaulas tão pequenas que elas não podem nem ao menos se virar. Depois de parir, as porcas vão pra uma jaula ainda menor, onde barras de metal as forçam a ficar deitadas de lado, sem poder se mover. Na jaula ao lado ficam os porquinhos, que mamam através das grades. Ás vezes as patas da porca são amarradas, assim ela não pode se livrar dos porquinhos que querem continuar mamando mesmo depois das tetas terem se esvaziado. Por não conseguirem se virar, o lado do corpo que fica em contato permanente com o chão de concreto se cobre de feridas. Essa prática é tão cruel que foi banida de vários paίses europeus, mas continua sendo usada nos outros lugares do mundo. Quando os porquinhos completam um mês são separados da mãe, que vai passar por outro ciclo de gravidez e amamentação.
O enclausuramento total e os maus tratos deixam as porcas extremamente debilitadas.
Como a única coisa que elas podem fazer nessas prisões é olhar as barras de ferro das jaulas, elas acabam enlouquecendo. As porcas começam a mastigar neuroticamente as barras de ferro ou bater a cabeça de maneira obsessiva no reservatório de agua. 3 ou 4 anos depois, quando seus corpos já não agüentam mais e suas mentes estão completamente insanas, elas são mandadas pro matadouro.
vegan08Durante esse tempo, cortam os rabos dos porquinhos, partem suas orelhas ao meio e os castram. Tudo sem uma gota de anestesia. Aterrorizados, sangrando e sentindo dores intensas, os porquinhos são jogados sozinhos em jaulas de metal, empilhadas umas sobre as outras. Urina e excrementos dos porcos de cima caem nos que estão embaixo. Quando eles estão grandes demais pra caber nas jaulas, os porcos são transferidos pra galpões de concreto, onde vivem amontoados aos milhares. Limpos por natureza (contrariamente ao que se pensa dos porcos), eles são forçados a viver dentro de suas próprias fezes, vômito e até cadáveres dos porcos que não resistem a esse tratamento e acabam morrendo. A superlotação, pouca ventilação e sujeira provocam inúmeras doenças. Doenças respiratórias sao comuns, por causa da umidade e gazes tóxicos presentes nas fezes. 70% dos porcos criados nesses lugares tem pneumonia. Por causa das doenças, falta de espaço pra se exercitarem e hormônios que os forçam a crescer muito e rápido, os porcos sofrem de artrite e outros problemas nas articulações. Eles precisam receber uma grande quantidade de antibióticos pra continuarem vivos até crescerem o suficiente pra ser mandados pro matadouro.
Depois de viverem meses nessas terríveis condições, os porcos são embarcados em caminhões lotados em direção ao matadouro. A lotação é tão grande que milhões de porcos morrem esmagados durante o transporte e dos que sobrevivem, uma grande parte chega a destinação final paralítica. Depois de serem degolados, os porcos são mergulhados em água escaldante, ou jogados em fornos gigantes pra remover os pêlos, muitos ainda conscientes.

 

Peixes:

Como os outros animais, peixes também sentem medo e dor. Anatomicamente, fisiologicamente e biologicamente, o sistema nervoso dos peixes e outros animais marinhos é idêntico ao dos pássaros e mamíferos, o que leva a concluir que eles também sofrem.
Quando são capturados no fundo do oceano, os peixes são puxados pra superfίcie tão rapidamente que a mudança súbita de pressão faz com que alguns dos seus órgãos estourem, os olhos saltem das órbitas e o estômago seja empurrado pra boca. Então eles são jogados nos porões dos navios onde sufocam lentamente até morrer. Os peixes maiores ainda estão vivos quando cortam suas gargantas e barrigas. Algumas espécies são mortas cobertas com uma grossa camada de sal (os peixes levam duas horas pra morrer dessa maneira).
As imensas redes dos navios pesqueiros capturam tudo que encontram pelo caminho : peixes, crustáceos, golfinhos, tartarugas marinhas, até mesmo corais. No final do dia, tudo que não tem valor comercial é jogado de volta ao mar. Muitas criaturas já estão mortas quando são devolvidas.
Como a pesca industrial esvaziou quase completamente os oceanos, uma grande parte dos peixes e frutos do mar consumidos hoje em dia vem de fazendas de criação. Essas fazendas são construídas em tanques ou em piscinas dentro do mar. Os peixes ficam amontoados com tantos outros peixes (as vezes 50 mil numa mesma piscina) que eles batem constantemente uns nos outros e nas paredes do tanque ou nas telas das piscinas, estragando suas escamas e causando ferimentos na pele. Esses espaços fechados impedem os peixes de utilizarem sua habilidade natural pra navegar e eles acabam completamente desorientados, o que só aumenta as batidas nos outros peixes e agrava os ferimentos.
A enorme quantidade de fezes presente nessas piscinas facilita a proliferação de parasitas e causa muitas doenças. Um dos parasitas mais frequentes é o piolho do mar. Ele come lentamente a carne do peixe, que vai se cobrindo de feridas. Muitas vezes o parasita rόi a carne até os ossos da face do peixe ficarem expostos. Pra poder manter os peixes vivos nessas terrίveis condições, uma grande quantidade de antibióticos e outros produtos químicos é jogada na água. Por causa de todo esse sofrimento, 40% dos peixes morre antes de atingir o tamanho ideal pra ser consumidos.
Quando os peixes estão grandes o suficiente pra serem vendidos eles são mortos de duas maneiras : cortam a garganta e o estômago dos peixes vivos ou, simplesmente, esvaziam toda a água dos tanques pra que eles morram sufocados.

Talvez você tenha ficado chocado ao descobrir como é produzida a carne que você ingere diariamente. Talvez você até tenha ficado com pena dos animais e tenha decidido acabar com a crueldade e o horror da criação industrial... passando a só consumir animais criados em liberdade. Por que um animal criado em liberdade mereceria mais a morte do que outro animal? A idéia que um ser deve pagar sua liberdade com a própria vida é imoral. Todos os animais devem ser livres, nós não temos nenhum direito de privá-los de viver por razões tão estúpidas quanto o prazer que o gosto da carne proporcionavegan10.

SandraC.jpg Publicado com amor e dedicação por Sandra C.

 

Comentários  

 
jean carlos
+1 # jean carlos 31-10-2011 17:58
Lindo texto parabéns vou compartilhar o link em todas as redes sociais
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Ketlyn Minho
0 # Ketlyn Minho 11-02-2012 15:07
Adorei seu blog é muito triste mesmo o que fezem com esses pobres bichinhos ! se todos mundo pensasse como nois ! meus parabéns s2
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Provérbios

"Aprenda a escutar os outros calmamente, aprenda a escutar você mesmo em silêncio. Sua força não está na sua riqueza. Sua força não está na sua classe social. Sua força está em você e na intensidade de sua calma, de seu silêncio e de sua paz ao enfrentar as conseqüências. Se você não escuta calmamente o seu eu interior é natural que você fique ansioso."

Yogi Bhajan

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